Queimando minha alma num incêndio colossal
fazendo meus poros gotejar numa transpiração frenética
Fecho os olhos e sinto seu perfume,de quando você me abraça e aperto meu nariz contra seu peito
Sentindo o estomago comprimir cada vez que sua voz soa em minhas lembranças
Faço tempestades em dias ensolarados
Irradio calor quando lá fora está frio
Presos entre sussurros aonde nossa respiração ofegante neblina os vidros
Portas e janelas fechadas aonde o som abafado se faz perder palavras de sentido figurado
Tentando buscar compassividade nos batimentos cardíacos,respiro profundamente
O olhar inebriado,os músculos não correspondem aos comandos
Movimento ligeiramente sutil no canto da boca esboça um sorriso de satisfação
Aonde as palavras não tem sentido
Pois tudo que poderia ser ouvido foi dito ao pé do ouvido...
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