terça-feira, 9 de agosto de 2011

o virus

Quantos sorrisos desperdicei
Quantas noites mal dormidas
Quantos pensamentos vagos
Quantas perguntas sem respostas
As vezes sinto minhas veias queimarem e o coração arder em chamas num compasso oscilante
A respiração ofegante como se fosse nitrogenio descendo pela garganta,num contraste entre quente e frio,respiração gelida que invade o coração em chamas
Todos os desejos completam uma doce ilusão
Aquela que criei pra que você fosse real
Aos meus olhos vejo coisa que não existem e hajo como se viver de sonho fosse natural
O tic tac do relógio acompanha a frequencia cardiaca que se torna mais densa a medida que as horas passam
E sem um toque,sem um sinal,faz com que os dias de sol se tornem noites nebulosas
Permitindo que eu sangre pelos poros,num desespero de outro plano
E assim me livre dessa doença que consome minha alma e atormente minha mente
E matando esse virus que você depositou em mim e se espalhou pelo meu corpo deslacerando minha carne e envenenando minhas celulas
fará com que eu sobreviva mesmo apatica e alheia a realidade
Pois depois de morrer por dentro só me resta viver em insanidade

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